Nossa Experiência
Com base nos dados da
programação do Cruzeiro e nas informações de amigos que já tinham feito essa
viagem, optamos pelo Cruzeiro no Rio Negro, com duração de 4 noites.
Como já conhecíamos Manaus,
não formos antes para passear por lá, mas dois casais que viajaram conosco
foram 3 dias antes e passaram o fim de semana conhecendo a cidade.
Ao chegar em Manaus fomos
então a um restaurante de comidas regionais - Amazônico Peixaria Regional –
onde degustamos um delicioso tambaqui na brasa, além de croquetes de pirarucu,
caldinho de peixe etc.
No horário do embarque nos
dirigimos ao Porto. Ali a gente tem que pagar uma taxa para entrar com o taxi
até o barco além de uma taxa pelo taxi.
Após nos instalarmos – e
achamos os camarotes bem amplos e confortáveis, com varanda, frigobar, cama
macia – fomos para um salão onde fomos recebidos pelos guias que nos explicaram
a programação, os procedimentos, o barco etc.
No
basement está o restaurante onde fazemos todas as refeições. Ali também
está a cozinha e o alojamento dos funcionário.
No andar térreo, estão a
recepção, o salão de shows e palestras e parte dos camarotes.
No terceiro andar tem
camarotes e no centro, ao lado da escada, tem uma lojinha de produtos
regionais.
O barco tem toda uma
programação definida com palestras sobre a fauna, a flora e a cultura da
Amazônia bem como passeios pré-definidos para visitação de aldeia indígena,
casa do caboclo, Museu do Seringal, encontro com os botos e focagem de jacarés.
O barco carrega na sua popa
6 lanchas com capacidade para 25 pessoas além do guia e do barqueiro. E nas
saídas essas lanchas são descidas para o rio e as pessoas divididas entre elas.
Em cada passeio o guia vai
falando o que vemos pelo caminho – plantas, animais etc. e vai contando a
história da região. O mesmo acontece nas visitas onde temos uma aula sobre a
cultura local.
Toda a programação foi
cumprida a contento e foi bem feita – vimos os botos, macacos, muitos pássaros,
jacarés e muitas plantas locais.
Na aldeia indígena, fomos
recebidos pelo chefe e as crianças fizeram uma apresentação musical. E
passeamos conhecendo os projetos desenvolvidos na aldeia. Ao final, fomos ao
banho de rio.
No Museu do Seringal nos
explicaram tudo sobre a vida dos seringueiros e como ocorreu (e acabou) o ciclo
da borracha no Brasil. Uma vida bem sofrida!!!
Em todo o percurso, não nos
afastamos muito de Manaus – o mais longe que fomos foi até o Parque Nacional de
Anavilhanas, um conjunto de ilhas fluviais onde não se vê as margens do rio.
Esse parque fica a cerca de 180 km de Manaus (de carro), ou uma distância de
cerca de 3 horas de navegação pelo Rio.
As atrações ficavam nas
margens do Rio e dentro dessa distância de 180 km de Manaus. O barco ficava
parado no rio e as lanchas se deslocavam até os igarapés, igapós e atrações em
terra.
Na sexta-feira amanhecemos o
dia já em Manaus – daí fomos até o encontro das águas para apreciar o encontro
dos rios Negro e Solimões e como eles caminham juntos sem se misturar por algum
tempo. E em seguida desembarcamos.
Daí foi só seguir até o
aeroporto e pegar nosso voo ao meio-dia e chegar em Brasília as 15:50 h.
Foi um passeio muito bom e
que nos surpreendeu positivamente. O cruzeiro é “all inclusive”, com todas as
bebidas e comidas incluídas, bem como todos os passeios e atrações. As bebidas
e comidas são de ótima qualidade e bem fartas.
De um modo geral ficamos bem
satisfeitos e super-recomendamos esse passeio aos que gostam desse tipo de
aventura.























