terça-feira, 20 de outubro de 2026

 Nossa Experiência

 

Com base nos dados da programação do Cruzeiro e nas informações de amigos que já tinham feito essa viagem, optamos pelo Cruzeiro no Rio Negro, com duração de 4 noites.

Como já conhecíamos Manaus, não formos antes para passear por lá, mas dois casais que viajaram conosco foram 3 dias antes e passaram o fim de semana conhecendo a cidade.



Saímos de Brasília em voo da Latam pela manhã e chegamos a Manaus antes do meio-dia em uma segunda-feira. Nosso embarque no navio seria as 15:00h.

Ao chegar em Manaus fomos então a um restaurante de comidas regionais - Amazônico Peixaria Regional – onde degustamos um delicioso tambaqui na brasa, além de croquetes de pirarucu, caldinho de peixe etc.

No horário do embarque nos dirigimos ao Porto. Ali a gente tem que pagar uma taxa para entrar com o taxi até o barco além de uma taxa pelo taxi.

Após nos instalarmos – e achamos os camarotes bem amplos e confortáveis, com varanda, frigobar, cama macia – fomos para um salão onde fomos recebidos pelos guias que nos explicaram a programação, os procedimentos, o barco etc.

O barco tem 5 decks, contando com o casco que é como se fosse um "basement".


No basement está o restaurante onde fazemos todas as refeições. Ali também está a cozinha e o alojamento dos funcionário.



No andar térreo, estão a recepção, o salão de shows e palestras e parte dos camarotes.







No segundo andar tem a escada central e camarotes na proa e na popa.

No terceiro andar tem camarotes e no centro, ao lado da escada, tem uma lojinha de produtos regionais.



No quarto andar há uma área de convivência aberta, com mesas e cadeiras, bar e a área da piscina. Neste local também são servidos lanches pela manhã e à tarde.





O barco tem toda uma programação definida com palestras sobre a fauna, a flora e a cultura da Amazônia bem como passeios pré-definidos para visitação de aldeia indígena, casa do caboclo, Museu do Seringal, encontro com os botos e focagem de jacarés.






O barco carrega na sua popa 6 lanchas com capacidade para 25 pessoas além do guia e do barqueiro. E nas saídas essas lanchas são descidas para o rio e as pessoas divididas entre elas.





Em cada passeio o guia vai falando o que vemos pelo caminho – plantas, animais etc. e vai contando a história da região. O mesmo acontece nas visitas onde temos uma aula sobre a cultura local.






Toda a programação foi cumprida a contento e foi bem feita – vimos os botos, macacos, muitos pássaros, jacarés e muitas plantas locais.
















Na aldeia indígena, fomos recebidos pelo chefe e as crianças fizeram uma apresentação musical. E passeamos conhecendo os projetos desenvolvidos na aldeia. Ao final, fomos ao banho de rio.





No Museu do Seringal nos explicaram tudo sobre a vida dos seringueiros e como ocorreu (e acabou) o ciclo da borracha no Brasil. Uma vida bem sofrida!!!





Em todo o percurso, não nos afastamos muito de Manaus – o mais longe que fomos foi até o Parque Nacional de Anavilhanas, um conjunto de ilhas fluviais onde não se vê as margens do rio. Esse parque fica a cerca de 180 km de Manaus (de carro), ou uma distância de cerca de 3 horas de navegação pelo Rio.

As atrações ficavam nas margens do Rio e dentro dessa distância de 180 km de Manaus. O barco ficava parado no rio e as lanchas se deslocavam até os igarapés, igapós e atrações em terra.

Na sexta-feira amanhecemos o dia já em Manaus – daí fomos até o encontro das águas para apreciar o encontro dos rios Negro e Solimões e como eles caminham juntos sem se misturar por algum tempo. E em seguida desembarcamos.





Daí foi só seguir até o aeroporto e pegar nosso voo ao meio-dia e chegar em Brasília as 15:50 h.

Foi um passeio muito bom e que nos surpreendeu positivamente. O cruzeiro é “all inclusive”, com todas as bebidas e comidas incluídas, bem como todos os passeios e atrações. As bebidas e comidas são de ótima qualidade e bem fartas.

De um modo geral ficamos bem satisfeitos e super-recomendamos esse passeio aos que gostam desse tipo de aventura.

Até a próxima viagem.

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